Sobre os atos de apoio e crítica à imprensa, Dilma disse que não é contra nenhum tipo de manifestação como o ocorrido ontem, em Defesa da Democracia, em São Paulo, e o previsto para hoje, também em São Paulo, contra a chamada "imprensa golpista", segundo seus organizadores (PT, centrais sindicais e partidos da base aliada).
"Nós temos que conviver com eles (atos), não vou desautorizar nenhum", afirmou. Dilma disse que não vê a democracia do Brasil em risco e voltou a afirmar que política não pode ser feita com ódio. "Ódio é como droga, você vicia, é fácil entrar e difícil sair", comparou.
Em rápida entrevista para jornalistas, a petista comemorou o índice de 6,7% na taxa de desemprego no País, em agosto, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo ela, o número indica que o Brasil está em situação de "praticamente pleno emprego".
