Eleições

Em ato em Porto Alegre, Lula reafirma que entrega na terça-feira o sigilo telefônico e bancário dele e dos cinco filhos à Justiça Eleitoral

Candidato à reeleição pelo PT participa de caminhada na Capital, reunindo militância

Candidato à reeleição, Lula percorre a avenida Borges de Meideiros, em Porto Alegre
Candidato à reeleição, Lula percorre a avenida Borges de Meideiros, em Porto Alegre Foto : Mauro Schaefer

Reunindo a militância em Porto Alegre, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, reafirmou nesta segunda-feira (19) que vai entregar na terça-feira à Justiça Eleitoral o sigilo telefônico e bancário seu e dos cinco filhos, a seis dias do segundo turno das eleições. Em ato de campanha no Rio Grande do Sul, ele cobrou que o adversário Flávio Bolsonaro (PL) faça o mesmo.

Em seguida, partiu em passeata desde o Largo dos Açorianos, pela avenida Borges de Medeiros, em direção ao Mercado Público. Lula destacou que a passeata é pela soberania nacional, pela ciência e tecnologia, pela saúde dos brasileiros “que amam a bandeira nacional e não, a americana”.

“É uma imensa alegria estar aqui. Esse povo extraordinário, que tem a história de defesa, como (Leonel) Brizola e a campanha da Legalidade (movimento da década de 1960 para garantir a posse de João Gourlart como presidente do Brasil). Esse é o país daqueles que amam o nosso Brasil. Companheiros e companheiras, é uma alegria imensa”, destacou.

O ex-governador Tarso Genro salientou que Porto Alegre é “a capital do orçamento participativo” e que agora será conhecida como a “capital da vitória, da dignidade política desse país, que tem parte da sua elite política corrompida para ladrões e pensam no seu bolso”. “O Lula olha a coisa pública. Vamos vencer e ganhar. Porto Alegre é hoje a grande capital da virada e da democracia”, reiterou.

Já o ex-governador Olívio Dutra reiterou que a vitória confirmaria “a democracia como um espaço para a realização do ser humano e da cidadania”. “Nós queremos a cidadania, que está prevista na Constituição. O Brasil respeitado no mundo, não subordinado. O Estado democrático de direito não é propriedade do governante e nem da sua família”, salientou.

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