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Flávio questiona promessa de Lula de transporte coletivo gratuito aos finais de semana: "Promete tudo que não vai entregar"

Candidato do PL comentou anúncio realizado pelo adversário

Candidato do PL comentou anúncio realizado pelo adversário
Candidato do PL comentou anúncio realizado pelo adversário Foto : Reprodução / CP

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou nesta quinta-feira, a promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de enviar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para garantir passe livre no transporte público aos fins de semana.

"Ele prometeu picanha e não entregou. Ele está prometendo tudo que não vai entregar. Agora ele perdeu a linha de novo, está prometendo ônibus de graça, que não vai entregar também", declarou o presidenciável, em sua live semanal no YouTube, gravada em Capelinha (MG). Ele participa da transmissão ao lado dos deputados federais Nikolas Ferreira (PL-MG) e Guilherme Derrite (PP-SP), eleito senador por São Paulo.

Mais cedo, Lula atrelou a medida à aprovação do fim da escala 6x1 e ao dia a mais de descanso que os trabalhadores terão em breve. O presidente anunciou, ainda, que pretende usar dinheiro das emendas parlamentares para financiar o passe livre.

"Agora que o Senado aprova o fim da escala 6x1 e os trabalhadores terão dois dias de descanso de lazer, vou mandar uma PEC para o Congresso garantindo passe livre no final de semana para todas as cidades que tiverem transporte coletivo no País. Final de semana, passagem gratuita para você poder passear com a sua família", afirmou o petista.

Sem detalhar, Flávio também afirmou que conseguirá aprovar a redução da maioridade penal antes de assumir um eventual governo. "A gente vai começar a cumprir nossas promessas de campanha, se Deus quiser, antes até de sentar na cadeira de presidente da República. Eu estou falando de redução da maioridade penal, que a gente vai conseguir aprovar", disse.

Ao mencionar a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, enviada pelo governo e em tramitação no Senado, o candidato do PL afirmou que a intenção da gestão petista era retirar atribuições dos Estados sobre o tema e classificou o gesto como típico de governos "fascistas".

"Essa PEC da Segurança Pública, o Lula queria, inicialmente, controlar a polícia. Queria tomar o lugar dos Estados na parte da segurança pública e centralizar tudo no governo central deles. Isso é típico de governos ditatoriais, de governos que são fascistas, que são comunistas", afirmou.

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O presidenciável também defendeu a emenda ao texto apresentada pelo seu coordenador de campanha e líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), que sugere reduzir a maioridade penal para 16 anos na maior parte dos crimes e para 14 anos no casos de tráfico de drogas e organização criminosa.

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