“Nós vamos para o segundo turno”, afirma o candidato ao governo do Rio Grande do Sul Gabriel Souza, do MDB. “A nossa proposta tem mais conteúdo, mais qualidade, a gente já fez muito e tem muita coisa para fazer ainda”, destaca o emedebista, que, nesta reta final de campanha, cumpre agendas em diferentes municípios.
Com convicção de que os resultados serão positivos nas urnas, Gabriel esteve, nesta quinta-feira (1º), em São Leopoldo para uma caminhada com apoiadores. Entre abraços e conversas, o candidato visitou estabelecimentos comerciais e falou com pedestres, ao lado de militantes, que o acompanhavam com bandeiras e adesivos.
A programação do dia incluiu ainda atos em Viamão, pela manhã, e em Novo Hamburgo, no final da tarde. Às 18h30min, Gabriel encerrou a agenda com um encontro de mobilização no seu comitê eleitoral, em Porto Alegre. Na sexta-feira (2), o candidato passará por outros três destinos: Canoas, Bento Gonçalves e Caxias do Sul.
Às vésperas do pleito, o atual vice-governador do Estado avalia que o maior desafio, durante a campanha, foi se tornar conhecido pelos gaúchos. E, para superar esse obstáculo, a estratégia foi apostar na presença. “Fosse na televisão, na internet, na propaganda de rua, na militância”, disse.
Na avaliação do emedebista, portanto, o comparecimento em eventos de campanha não foi nenhuma perda de tempo, nem mesmo nos encontros esvaziados. Ao contrário de Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (MDB), Gabriel e Marcelo Maranata (PSDB) estiveram presentes na maioria dos painéis e debates.
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“A gente tem que discutir os problemas dos gaúchos com as entidades, com as pessoas que nos convidam. Se não for assim, não tem eleição. Que democracia seria essa?”, indagou. Caso avance para a próxima etapa, o candidato promete manter a participação.
“Quem quer ser governador não pode fugir de debates, não pode ter receio de ser confrontado, ser criticado. Eu não tenho nenhum problema em ir. Fui em todos que eu pude e continuarei assim”, completou.
Com foco, especialmente, neste domingo (4), Gabriel quer ir para o segundo turno para defender o seu plano de governo, manter o foco no Estado e fugir da contaminação pela disputa presidencial. “É importante ter um projeto que defenda o avanço daqui pra frente. Os outros projetos defendem a mudança total, começando do zero.”
*Supervisão Thiago Padilha
