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Lula não vê razões para não ser eleito presidente em segundo turno

Petista demonstra confiança em vitória no 2º turno contra Flávio Bolsonaro e traça estratégias com aliados em Brasília

Petista demonstra confiança em vitória no 2º turno contra Flávio Bolsonaro e traça estratégias com aliados em Brasília
Petista demonstra confiança em vitória no 2º turno contra Flávio Bolsonaro e traça estratégias com aliados em Brasília Foto : Ricardo Stuckert

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou nesta segunda-feira, durante reunião com aliados políticos no Hotel San Marco, em Brasília, que ele não vê razões para não ser eleito presidente no segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

"Estou convencido de que não há nenhuma razão para eu não ser eleito presidente da República no segundo turno. Não há razão econômica, social e política", disse o presidente.

Lula também destacou que, em 2006, quando ele disputou o segundo turno contra o então ex-governador de São Paulo e agora vice-presidente Geraldo Alckmin Alckmin, perdeu votos enquanto que ele conquistou.

"É importante lembrar que meu parceiro Alckmin, em 2006, eu fui para o segundo turno com Alckmin e aconteceu um fenômeno: eu cresci 12 milhões de votos e o Alckmin perdeu quatro milhões de votos", disse o presidente.

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A reunião com ministros, senadores, presidentes de partidos e políticos aliados eleitos neste domingo, para traçar a estratégia do segundo turno.

"Valeu a pena a campanha que vocês fizeram. (...) Se você perde e deixa uma marca, a derrota pode significar a vitória. Uma campanha bem feita que vocês fizeram, pode ficar certo que deixou uma marca profunda", declarou Lula aos candidatos.

Com 100% das urnas apuradas, Flávio Bolsonaro e Lula terminaram com 56.104.503 votos (47,03% dos votos válidos) e 53.879.538 votos (45,16% dos votos válidos), respectivamente.

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