O partido mais antigo enfrenta o seu maior desafio na eleição à Assembleia deste ano. A bancada, na legislatura atual, permanece com as suas seis cadeiras. No entanto, nas urnas deste ano, três parlamentares estarão fora da disputa proporcional. Além disso, o partido — ao contrário de 2022 — voltará a ter cabeça de chapa na disputa ao governo do Estado, com o vice-governador Gabriel Souza, o que é considerado positivo, inclusive para a formação da legenda.
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Três fora da disputa: Três nomes da bancada atual estarão fora da corrida à Assembleia porque disputarão uma vaga na Câmara dos Deputados. São quase 160 mil votos a menos somando Juvir Costella (ex-secretário de Transportes e o mais votado), Vilmar Zanchin (atual presidente estadual da sigla) e Patrícia Alba.
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De olho em Gabriel: Parte das energias para potencializar a formação de uma bancada forte é a candidatura de Gabriel Souza. Embora o pré-candidato esteja pontuando abaixo das expectativas iniciais, o partido espera um crescimento expressivo nos levantamentos após 16 de agosto, com a campanha efetivamente na rua.
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Nominata eclética: A estratégia para compensar essas perdas foca no grande número de prefeitos do partido, que dá base no interior, e em uma nomeação eclética. Entre os novos nomes está Cris Lohmann — presidente do MDB Mulher no Estado —, que ficou conhecida por ser chefe de gabinete do deputado federal Márcio Biolchi (que não concorrerá). Outros reforços são os dois suplentes, Rafael Braga e Carlos Búrigo, que na eleição passada fizeram mais de 30 mil votos cada.
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