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Nikolas reage a decisão do TSE sobre monitoramento de posts nas redes sociais

Deputado pede que seguidores ampliem compartilhamentos, afirmando que seu engajamento vem deles, não da Meta

Deputado pede que seguidores ampliem compartilhamentos, afirmando que seu engajamento vem deles, não da Meta
Deputado pede que seguidores ampliem compartilhamentos, afirmando que seu engajamento vem deles, não da Meta Foto : Bruno Spada / Câmara dos Deputados / CP

O deputado federal reeleito Nikolas Ferreira (PL-MG) reagiu neste sábado, à decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou o monitoramento do alcance e da distribuição de suas publicações e das postagens do empresário Pablo Marçal. Em vídeo divulgado nos stories do Instagram, Nikolas pediu que seus seguidores ampliem o compartilhamento de seus conteúdos.

“Eu peço para você não somente curtir, mas compartilhar, botar nos stories, porque, no fim das contas, quem dá o meu engajamento não é a Meta, são vocês”, afirmou. Na sequência, acrescentou: “Podem querer limitar o que for, mas ninguém limita a rua”.

O parlamentar afirmou que não pretendia fazer muitas publicações neste sábado, último dia de campanha antes do segundo turno, mas citou o ato do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) no Rio de Janeiro e pediu mobilização dos seguidores.

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A decisão do corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determina que Meta e X apresentem, a cada seis horas, relatórios sobre o alcance e a distribuição das publicações de Nikolas e Marçal durante a véspera e o dia da votação. As empresas deverão detalhar as visualizações das postagens, a proporção de seguidores e não seguidores alcançados, a origem do tráfego e os mecanismos de recomendação utilizados.

Cueva também proibiu Nikolas e Marçal de divulgar, até o encerramento da votação, conteúdos eleitorais sabidamente falsos, materiais fabricados ou manipulados e conteúdos produzidos por inteligência artificial em desacordo com as regras eleitorais. O descumprimento pode gerar multa de R$ 100 mil por publicação irregular.

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