A candidata ao governo do Estado Rejane de Oliveira (PSTU) seguiu a profissão de professora devido a sua brincadeira favorita na infância. Ao brincar de escolinha com as amigas, utilizando uma parede como lousa, surgiu o interesse pela carreira. Rejane atuou nas redes privada e estadual, participando de sindicatos da categoria e lutando por direitos trabalhistas. Atualmente, é membro das executivas estadual e nacional da Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas).
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Nascida no dia 3 de março de 1961 e natural de Porto Alegre, Rejane passou a infância no bairro Ipanema com a família. Na vida adulta, mudou-se para o Centro, mas posteriormente regressou ao bairro natal. Desde criança, sempre teve apego aos animais, característica que conserva até hoje, integrando um coletivo de vizinhos que ajuda a cuidar de animais abandonados. Por mais que se dedique muito à causa animal, Rejane afirma não ter hobbies, pois a atuação sindical ocupa grande parte do seu tempo. Porém, sempre que consegue, vai com o companheiro contemplar o pôr do sol no Guaíba e aproveitar a natureza.
Em 1988, tornou-se professora estadual e filiou-se ao Centro dos Professores do Estado do RS (Cpers-Sindicato). Em 1989, ingressou na rede particular e filiou-se ao Sindicato dos Professores do Ensino Privado (Sinpro/RS). Foi a partir da sindicalização que expandiu sua visão política e começou a se mobilizar na luta por direitos trabalhistas. Para Rejane, seu momento mais marcante e alegre foi em 2008, quando foi eleita presidente do Cpers-Sindicato, cargo que exerceu até 2014. “Sempre fui militante. Sou uma professora de origem pobre, sou negra, a primeira e única presidente negra. Sempre achei que representar a categoria é algo corajoso e importante. Fiquei muito feliz por receber essa confiança.”
Rejane foi filiada ao PT, mas, após se sentir frustrada com o governo de Tarso Genro, desfiliou-se e ficou oito anos sem militância partidária. Em 2022, ingressou no PSTU. “Vários partidos me procuraram, mas achei no PSTU aquilo em que acredito.” Rejane se candidatou pela primeira vez em 2022, pelo PSTU, quando pleiteou o cargo de governadora, mas não foi eleita. “Quando conheci o programa do PSTU, coloquei meu nome à disposição.”
