O pré-candidato à presidência e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) cumpre agenda no Rio Grande do Sul neste final de semana. Nesta sexta-feira (24), ele visitou o Correio do Povo e participou do programa Acontecendo, com Lasier Martins, na Rádio Guaíba. A seguir, Zema visitou o presidente do Sistema Fecomércio-RS, Luiz Carlos Bohn, e recebeu a “Agenda Institucional do Sistema Comércio” e a cartilha “Construindo uma Agenda para o Rio Grande do Sul”, que reúnem as prioridades do comércio, do turismo e dos serviços no Estado.
De acordo com o pré-candidato, ele ainda não tem um nome para ser seu vice para as Eleições 2026; porém, o partido ainda está estudando pessoas para o cargo. “Nesta segunda-feira, vamos formalizar somente o meu nome, e o vice certamente será decidido até a data limite, no dia 5 de agosto. Nós estamos conversando com outros partidos que não têm candidatos à presidência para somar conosco e que não são de esquerda”, disse Zema.
O pré-candidato afirmou que, em relação às taxas que os Estados Unidos pretendem impor ao Brasil, ele teria agido de maneira diferente da do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). “Os Estados Unidos já tinham se manifestado, cerca de um ano atrás, a respeito de taxar o Brasil. O presidente Lula ficou quieto, não fez nada e ficou aguardando. Eu sempre tenho uma postura proativa: como governador de Minas Gerais, percorri o mundo todo atrás de investimentos, e me parece que o Lula fez o contrário.”
“O Lula sempre questionou o padrão dólar, sempre se aproximou de Cuba, Venezuela e Irã, que são países notoriamente antiamericanos, e parecia que queria criar problemas e desagradar aos Estados Unidos. O resultado é este que vemos agora”, apontou Zema.
Conforme Zema, caso seja eleito, seu governo terá três prioridades: “Vou promover um choque ético e moral, um choque contra os gastos do atual governo para a taxa de juros cair e as famílias acabarem com esse endividamento que está afetando todo mundo, e um choque contra a criminalidade.”
“O Brasil precisa de um presidente que não seja chantageado como os últimos foram. Esse choque moral e ético é fundamental. Precisamos de um presidente que não tenha restrições éticas. Infelizmente, os últimos tinham e acabaram cedendo. E o Brasil não vai resolver seus problemas enquanto não eliminar esse tumor que se chama corrupção”, afirmou Zema.
O pré-candidato também deve participar da convenção estadual do Partido Novo, que ocorre neste sábado (25), às 14h, no Hotel Embaixador (Rua Jerônimo Coelho, 354 - Centro Histórico).
