Muito aplaudido, Serra cumprimentou eleitores e levou 1 minuto e 13 segundos para votar. Na saída, Serra fez um pronunciamento, onde agradeceu o carinho dos eleitores e o trabalho da imprensa. "Eu defenderei, em todos os momentos, aconteça o que acontecer, a liberdade da nossa imprensa de informar", disse o candidato, ao afirmar que a liberdade de imprensa é a única garantia de futuro ético na política.
Depois de agradecer a recepção calorosa que teve pelo País durante a campanha eleitoral, Serra destacou: "Hoje é um dia de comemoração da democracia. O Brasil é um país multicolorido. Não existe onda verde, nem vermelha, nem mesmo azul. É uma onda verde e amarela que vai até o coração dos brasileiros que querem um governo honesto e trabalhador." Serra comentou que o regime democrático chegou a sofrer alguns abalos, mas que o Brasil tem atualmente instituições sólidas, que sempre defenderá.
Entre outras personalidades políticas, Serra estava acompanhado do seu candidato a vice-presidente, o deputado federal Índio da Costa (DEM), do governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), do prefeito paulistano Gilberto Kassab (DEM) e dos candidatos a governador e a vice de São Paulo, respectivamente Geraldo Alckmin (PSDB) e Guilherme Afif Domingos (DEM).
Questionado pela apresentadora Sabrina Sato, do programa "Pânico", se ter chamado Índio da Costa para a campanha foi um "programa de índio", Serra respondeu que o deputado foi muito importante e ajudou muito na campanha. O candidato também recebeu uma faixa de presidente do Palmeiras da repórter do CQC Monica Iozzi, que perguntou se ele aceitaria dirigir o time paulistano. Serra, que é palmeirense fanático, respondeu, porém, que não pretende disputar o cargo.
