Os outros dois pontos da pauta já estão se tornando preocupações dos aliados de Tarso. O governador eleito, seguindo a linha dos sinais emitidos publicamente pelos seus futuros secretários, pedirá que Yeda não assine contratos de prestações de serviços na reta final do seu governo. As principais restrições dos petistas se referem à construção de presídios por meio de Parceria Público-Privada, que o governo tucano tenta emplacar sem o processo de licitação, além da revitalização do Cais do Porto e das obras da ERS 010.
Tarso pretende alterar pontos dos projetos antes de colocá-los em prática. "A expectativa de quem entra é de que o atual governador complete o mandato fazendo aquilo que é necessário. Mas a Yeda está tomando medidas diferentes, que podem comprometer 2011", disse um secretário do futuro governo Tarso.
O petista reforçará o pedido por informações sobre a situação financeira e administrativa do Estado, oficializado após a eleição em primeiro turno, que ainda não foi respondido pelo Piratini.
