Em Maximiliano de Almeida, no Nordeste gaúcho, o prefeito eleito Avilson Lazzarin, conhecido como Gringo (PP), foi cassado por compra de votos. Ele obteve mais de 56% dos votos válidos, mas ainda não recorreu da decisão de 1° grau no TRE.
Em São José das Missões, no Noroeste, e em Rodeio Bonito, na região Norte, a realização dos pleitos suplementares foi suspensa por decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os prefeitos eleitos foram cassados por compra de votos e por prática de conduta vedada, em função da distribuição gratuita de bens respectivamente. Até a decisão do Pleno do TSE, a liminar manteve ambos nos cargos.
Em Cidreira, no litoral gaúcho, o prefeito Milton Terra Bueno (PMDB) e o vice-prefeito Cláudio Wolf (PSB) também foram cassados por compra de votos, porém obtiveram apenas 42% dos votos válidos. Ambos, porém, podem seguir administrando a cidade até recorrerem da decisão. Bueno e Wolf tiveram os diplomas cassados em primeira instância no Cartório Eleitoral de Tramandaí em 2 de abril. Se forem derrotados em última instância, assume o segundo colocado.
Em Erechim, no Norte gaúcho, e Vacaria, nos Campos de Cima da Serra, um segundo pleito chegou a ser marcado, mas os eleitos conseguiram reverter a decisão no TSE.
Domingo de eleições no RS
Neste domingo, foram realizados pleitos suplementares em Fortaleza dos Valos, Sobradinho, Triunfo e Tucunduva. Nos quatro locais de votação os eleitos tiveram mais de 50% dos votos no pleito de outubro, mas foram cassados por irregularidades confirmadas pela justiça.
No dia 3 de março, os eleitores de Eugênio de Castro e Novo Hamburgo também haviam retornado às urnas após decisão da Justiça Eleitoral.