Dilma enfatizou o bom estado econômico da Petrobrás, que segundo ela vem recebendo críticas demasiadas. “Estão apontando a fragilidade da Petrobras. O que é extraordinário é que ela tenha captado R$ 11 bilhões no mercado internacional, o demonstra o reconhecimento mundial”, afirmou, respondendo as críticas da oposição que frequentemente apontam a vulnerabilidade da economia do país.
“O produto de maior valor na balança comercial brasileira é o petróleo. Nós temos um petróleo pesado e importamos um mais leve para fazermos o mix. Fizemos uma série de processos internos que resultaram no aumento da importação e na redução na exportação. Mas, a partir do seguindo semestre, a balança vai se reequilibrar”, assegurou.
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A presidente lembrou dos blocos econômicos que o país participa, salientando a importância de cada um. Porém, deu destaque especial para as relações que estão sendo construídas com o continente africano.
O ex-presidente Lula também ressaltou os avanços do país, especialmente no campo da educação. “Acabamos com o complexo de vira-lata que dominava o Brasil”, disse, destacando a diversificação dos negócios do país no mundo.
Descontraído, Lula arrancou risos e aplausos da plateia por diversas vezes. Em uma delas, afirmou que a única guerra que o Brasil enfrenta é a do meio futebolístico com a Argentina. “Nós tínhamos o Pelé, agora eles tem o Messi”, brincou.
O ex-presidente disse que agora o país precisa colocar os pobres no orçamento da União. “Eles não têm sindicato, nem sequer podem vir a Porto Alegre ou ir a Brasília para protestar. Os ricos não precisam do governo. Os pobres é que precisam do Estado”, destacou, salientando que o governo precisa ouvir as pessoas que falam mal da administração. “Se não, nos cercaremos de puxa-sacos, e isso não ajuda”, afirmou.
Lula fez críticas ainda à atuação da imprensa. “Disseram que nós iríamos brigar. Se isso um dia acontecer, a briga acaba porque eu estou errado e ela está certa.” Em seguida, acrescentou não ter dúvida alguma de que o país caminha para reeleger Dilma em 2014.
O ex-presidente disse que o País precisa colocar os pobres no orçamento da União. “Eles não têm sindicato, nem sequer podem vir a Porto Alegre ou a Brasília para protestar. Os ricos não precisam do governo. Os pobres é que precisam do Estado”, destacou, salientando que o governo precisa ouvir as pessoas que falam mal da administração. “Se não nos cercaremos de puxa-sacos e isso não ajuda”, afirmou.
Lula fez criticas ainda à atuação da imprensa. “Disseram que nós iríamos brigar. Se isso um dia acontecer, a briga acaba porque eu estou errado e ela está certa”, provocou, para em seguida acrescentar que não tem dúvida nenhuma de que o país caminha para reeleger Dilma em 2014.
O governador Tarso Genro, que também se manifestou no evento, afirmou que a radicalidade democrática definido na primeira eleição do presidente Lula e aprofundada por Dilma, passará por um ciclo de novos desafios. “A estabilidade social lançou no mercado mais de 40 milhões de brasileiros. Mas para a velha classe dominante no país, que sempre sufocou os avanços. o cenário global é de crise”, afirmou.
Tarso disse ainda que a oposição esta sem rumo. “Não tem projeto para o país e coesão nacional. E quando a direita se vê perdida, tenta manipular a informação pública, como já fizeram”, alertou. “Cabe a nós reelegermos a presidente Dilma em 2014, e os governadores do partido.