De acordo com o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), dez investigadores do órgão estão no local, mas não há previsão para terminar o trabalho. Além da investigação da polícia, que apura as causas e eventuais culpados pelo acidente, o Cenipa apura os fatores do acidente para futuramente emitir recomendações e prevenir novos eventos e melhorar a segurança.
Segundo o Comando da Aeronáutica, a aeronave decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá, no litoral paulista. Quando se preparava para pouso, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave.
A Aeronáutica já iniciou as investigações para apurar os fatores que possam ter contribuído para o acidente. Além de Campos, seis pessoas morreram no acidente, ocorrido na manhã desta quarta-feira em Santos, no litoral de São Paulo.
Morte de Eduardo Campos
Foi confirmada no final da manhã desta quarta-feira a morte do candidato do PSB à Presidência da República, Eduardo Campos, que estava na aeronave que caiu em Santos, no litoral paulista. O ex-governador de Pernambuco vinha de um voo do Rio de Janeiro que teria tentado pousar na Base Aérea de Santos por volta das 10h, mas arremeteu.
De acordo com o Comando da Aeronáutica, a aeronave, que caiu em uma casa na altura do número 50 da Rua Vahia de Abreu, na esquina com a Rua Alexandre Herculano, no bairro do Boqueirão, é um Cessna 560XL, prefixo PR-AFA, que decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao aeroporto de Guarujá (SP).
Além do candidato de Eduardo Campos, também morreram no acidente aéreo Pedro Valadares Neto, ex-deputado e assessor particular do candidato; Carlos Augusto Percol Filho, assessor de imprensa; Marcelo de Lyra, cinegrafista, e Alexandre Gomes e Silva, fotógrafo. Os pilotos da aeronave Geraldo da Cunha e Marcos Martins também faleceram.
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