Além da modernização física, as unidades passarão por uma reformulação na área de inteligência, com a criação de um banco de dados para que delegacias de todo o País possam trocar informações sobre distribuição, compra, circulação e entrada da droga no Brasil, por exemplo.
O propósito é reprimir o consumo urbano e a entrada do crack pelas fronteiras do país, adianta o secretário Nacional de Segurança Pública, Ricardo Balestreri. “A saída passa pela educação da população e pela repressão com inteligência”, defendeu o secretário.
Os primeiros Estados a receberem os R$ 500 mil para modernização das delegacias de combate às drogas serão Rio Grande do Sul, Pernambuco e Paraná. Os outros oito projetos ainda estão sendo analisados pela Senasp.
Grupo de Trabalho
Para otimizar as ações, também foi instituído hoje o Grupo Permanente de Enfrentamento ao Crack (GPEC). Os membros são representantes dos 11 Estados que assinaram o convênio com o MJ, mais PF e PRF, além da Senasp.
O GPEC vai coordenar as políticas de enfrentamento à droga no País. Os demais Estados devem ser incorporados em breve, assim que apresentarem projetos sobre o tema à Secretaria Nacional de Segurança Pública.