Em 11 de agosto de 2003, Bortoli foi flagrado por uma emissora de TV saindo de um motel com uma viatura oficial. Denunciado pelo Ministério Público por improbidade administrativa, ele alegou, na defesa, que foi até Passo Fundo para encaminhar assuntos oficiais junto à Caixa Econômica Federal e fazer reparos no veículo.
Para o juiz, a prova documental, incluindo recortes de jornais e filmagem, além de cópia da caderneta de entrada e saída do veículo no motel, comprovou que Bortoli usou carro para fins particulares. O magistrado concluiu que a situação configurou improbidade administrativa por atingir e violar os princípios da administração pública, sobretudo os preceitos da legalidade e da moralidade.