“Os colegas só vão descer depois que falarmos com a presidenta Dilma Rousseff. Esse não é um ato de baderna, somos chefes de família desempregados e queremos falar com a Dilma para pedir nossa reintegração”, disse o vice-presidente da Anese, João Carlos Viegas.
Os manifestantes penduraram uma faixa no mastro da bandeira com frases como “O que vale mais: 36 caças franceses ou milhares de pais de famílias demitidos injustamente pela FAB? Estamos vivendo uma democracia ou uma ditadura militar? Queremos reintegração já!”.
Desde segunda-feira os ex-militares estão em frente ao Palácio do Planalto fazendo barulho com cornetas e com faixas. Ontem foram recebidos por assessores do Planalto que reiteraram as propostas feitas pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, na quarta-feira da semana passada, de que o governo iria colocar a Advocacia-Geral da União (AGU) para acompanhar o processo deles na Justiça e emitir um parecer.
Há cerca de duas semanas um homem também subiu no mastro e ateou fogo em um pedaço da bandeira. Com declarações desconexas, o homem foi convencido pelos bombeiros a descer do mastro após horas de negociação.
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