A Federação Sindical dos Servidores Públicos no Rio Grande do Sul (Fessergs), sindicatos filiados e entidades da segurança definiram nesta terça-feira três frentes de atuação para combater o pacote do governo de José Ivo Sartori que visa acabar com a crise financeira. As medidas foram anunciadas pelo governador na segunda-feira e entregues hoje à Assembleia Legislativa, onde a maioria das matérias precisam de aprovação.
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As entidades decidiram reforçar a mobilização para que a população seja esclarecida acerca do impacto das medidas para a sociedade e para os trabalhadores. Os sindicalistas também definiram fazer um corpo a corpo junto às bancadas para debater e tentar barrar a aprovação dos projetos, incluindo as da base aliada. Acertaram, ainda, a criação de um comitê jurídico para estudar os aspectos constitucionais das medidas e elaborar contestação.
A reunião também marcou para 20 de dezembro um “ato unitário de luta pelo serviço público”. A data é simbólica pelo fato de ser o dia-limite para o pagamento do 13º salário. Um dos projetos enviados à Assembleia prevê que, em função da crise, até 2020 os servidores recebem só metade do benefício, com o restante sendo pago somente em novembro do ano seguinte.
Federação de Sindicatos define três frentes de ação contra pacote de Sartori
Servidores farão mobilização para esclarecer a população sobre o pacote do governo