O vice-governador do Estado, Paulo Afonso Feijó, comentou, nesta tarde, as declarações de Yeda Crusius e seu advogado, Fábio Medina Osório, sobre a desistência da governadora de deixar o país e a insinuação de que há um golpe sendo armado no Rio Grande do Sul.
O democrata, que está no Uruguai onde passa o feriadão, lembrou, em entrevista à Rádio Guaíba, que já assumiu o governo em três oportunidades e mostrou responsabilidade, procurando atender 100% da expectativa da governadora. Disse ainda que soube pela internet que a governadora fala em golpe e que se existe um sindicato de funcionários que queira entrar com uma medida cautelar, cabe ao Judiciário decidir.
“Nem é um poder meu, nem dela. E eu estou fora do país. Se alguma decisão nesse sentido fosse tomada, nem seria eu a assumir, seria o presidente da Assembleia Legislativa ou do Tribunal de Justiça. E quanto a ela deixa o país, eu respeito a Constituição e estou sempre à disposição para assumir o governo na ausência da governadora. Esta não é uma decisão pessoal, mas da Constituição, que diz quem deve ficar na liderança”, afirmou.
Feijó diz estar disponível para assumir o governo quando necessário
Vice-governador, que está fora do país, afirma ter ouvido declarações da governadora pela internet