Política

Feijó não confirma renúncia, mas não poderá assumir Piratini a partir de abril

Vice-governador não poderá substituir Yeda numa eventual ausência porque será candidato a deputado estadual

O vice-governador Paulo Feijó (Dem) declarou nesta terça-feira que não irá assumir o comando do Palácio Piratini numa eventual ausência da governadora Yeda Crusius (PSDB) a partir do dia 3 de abril. Ele deve concorrer ao cargo de deputado estadual nas eleições de outubro e, caso assuma o governo estadual depois deste prazo, torna-se inelegível. A lei permite à candidatura ao Legislativo simultânea ao desempenho das funções de vice-governador.