Segundo Paulinho, houve um apelo do governo para que fosse aceito o valor de R$ 545 para o salário mínimo em 2011, com base em argumentos econômicos - inflação e problemas de gastos. As centrais sindicais, no entanto, reivindicam R$ 580.
"Nós, da Força Sindical, toparíamos fazer uma acordo para os dois anos (2011 e 2012). Mantinha a política para os outros anos, 2013 e 2014, mas em 2011 faria um valor que valeria para os dois anos e isso poderia ser anunciado desde já. Poderia ser uma parte de antecipação, mas tem de ter aumento real. Não faremos nenhum acordo que não tenha aumento real de salário em 2011", disse Paulinho à imprensa.
O governo federal deve discutir o novo salário mínimo com cada uma das centrais sindicais, antes da reunião formal marcada para sexta-feira, em São Paulo.