Política

Fortunati aguarda liberação de recursos do metrô para os próximos dias

Prefeito de Porto Alegre pediu mais R$ 2,3 bilhões para o projeto há quase um mês

Prefeito de Porto Alegre pediu mais R$ 2,3 bilhões para o projeto há quase um mês
Prefeito de Porto Alegre pediu mais R$ 2,3 bilhões para o projeto há quase um mês Foto : Pedro Henrique / Divulgação / PMPA / CP
A expectativa da Prefeitura é que a liberação de recursos para a construção do metrô na em Porto Alegre ocorra nos próximos dias. Em Brasília, para cumprir agenda como presidente da Federação Nacional de Prefeitos (FNP), José Fortunati afirmou à Rádio Guaíba que, apesar de não ter uma data definida, espera o anúncio ser feito em seguida. 

Conforme o prefeito, o aporte de R$ 2,3 bilhões ao projeto original está sendo estudado pelos ministros das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e do Planejamento, Miriam Belchior. “Estamos aguardando os estudos desses Ministérios. Fico no aguardo que os recursos sejam anunciados nos próximos dias. Não posso afirmar que serão liberados, mas tenho uma grande expectativa de que isso venha a acontecer”, afirmou.

No início de julho, a prefeitura de Porto Alegre formalizou um pedido para aumentar os recursos destinados à construção do metrô. Fortunati solicitou um aporte de R$ 2,3 bilhões para viabilizar a obra, já o a proposta atual prevê R$ 1 bilhão. Durante a reunião, a ministra Miriam Belchior se comprometeu em analisar e anunciar uma resposta o mais breve possível.

Campanha "Saúde+10"

Na agenda em Brasília, o prefeito também se reuniu com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e anunciou apoio da FNP à campanha “Saúde+10”: “O programa obriga o governo federal a aplicar 10% da receita na saúde. Hoje, aplica 7% no setor. Padilha nos informou que essa discussão está ocorrendo dentro do Palácio do Planalto e trabalham para atender a essa demanda da população”.

Pela manhã, Fortunati teve um compromisso com a ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, para debater o Comitê de Articulação Federativa (CAF), responsável pela interlocução entre o governo federal e as entidades municipalistas. “Esse comitê voltaria a funcionar com dois temas principais num primeiro momento: mobilidade urbana e saúde pública”, comentou.

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