Segundo Fortunati, a retirada do ISSQN sobre a tarifa representa R$ 15 milhões a menos para a prefeitura por ano. Ele salientou que a liberação do imposto já foi feita e limitou outros recursos que a cidade poderia usar para zerar a passagem.
Na manhã desta quinta-feira, após oito dias de ocupação da Câmara de Vereadores da Capital, os projetos de passe livre para estudantes e desempregados e de abertura das planilhas de contas das empresas de ônibus foram protocolados pelas vereadoras Sofia Cavedon (PT) e Fernanda Melchionna (PSol), representando suas bancadas. Os temas eram condições do Bloco de Lutas para deixar o local.
A saída para o passe livre poderia estar em requisições do governo estadual. Na semana passada, comitiva defendeu a ampliação do transporte público subsidiado em Brasília. Foi sugerido que, entre os R$ 50 bilhões anunciados pelo Governo Federal para o PAC da Mobilidade, existam recursos específicos para custear a isenção de tarifa nos estados.