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Um dia após o incêndio, Dilma telefonou para o prefeito lamentando o sinistro. Na ocasião, Fortunati disse que os recursos podem vir por meio do PAC das Cidades Históricas, que já tem a participação de Porto Alegre, ou mesmo do PAC voltado para as outras obras. "O certo é que a presidenta se sensibilizou pelo que aconteceu e vai ajudar Porto Alegre a reeguer o que o fogo consumiu", resumiu o prefeito.
Lançamento do Pacto Nacional pela Saúde
Na tarde desta segunda-feira, o prefeito participa da cerimônia de lançamento do Pacto Nacional pela Saúde – mais hospitais e unidades de saúde, mais médicos e mais formação, no Palácio do Planalto. A reivindicação é da Frente Nacional de Prefeitos (FNP), presidida por Fortunati, que em janeiro deste ano lançou a campanha “Cadê o médico?”, para a contratação de profissionais estrangeiros da área da saúde.
Os profissionais serão capacitados para atendimento na saúde primária e encaminhados às regiões com carência de médicos (municípios do interior e periferia das grandes cidades). A prioridade será para brasileiros. Não preenchendo as vagas, será aberta a contratação do exterior. Na primeira etapa, o convite será para médicos de Portugal, Espanha e Argentina.
Agenda política continua na terça-feira
Já na terça, o prefeito se reunirá com os ministros das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, e do Planejamento, Orçamento e Gestão, Miriam Belchior. Na agenda com governadores e prefeitos das capitais, serão avaliados projetos de mobilidade para inclusão no pacto para o transporte público anunciado pela presidente no dia 24 de junho, junto aos pactos de responsabilidade fiscal, reforma política, saúde e educação pública.
Fortunati pretende formalizar a proposta de ampliação do aporte de recursos federais no projeto do metrô da Capital. “Diante dos R$ 50 bilhões anunciados pela presidente Dilma para qualificação da mobilidade urbana, vamos propor o aporte de mais R$ 2,5 bilhões para viabilizar o metrô em Porto Alegre”, afirmou Fortunati.
O montante atualizará o orçamento do projeto, que prevê o repasse de R$ 1 bilhão, já confirmado pelo governo federal. A proposta é que o metrô de Porto Alegre tenha extensão de 14,88 km, com 13 estações, distribuídas entre as proximidades da Esquina Democrática e a sede da Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs), na zona Norte.
O traçado projetado passa pelas avenidas Borges de Medeiros (extensão Rua da Praia), Voluntários da Pátria, Farrapos, Cairú, Brasiliano de Moraes e Assis Brasil. A estimativa da Prefeitura de Porto Alegre é de que o novo meio de transporte atenda diariamente 300 mil usuários.