Política

General usou estrutura da Apex para negociar joias da Presidência, conclui investigação da PF

Mauro Lourena Cid comandou agência entre 2019 e 2022

A Polícia Federal (PF) concluiu em investigação que o general da reserva Mauro Lourena Cid, pai do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, Mauro Cid, usou a estrutura do escritório da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) para negociar joias do acervo da Presidência da República.

Segundo informações da CNN, os dados são resultado de uma apuração interna da Apex, iniciada em abril de 2023. Lourena Cid era o responsável por chefiar o escritório da Apex em Miami, entre os anos de 2019 e 2022, durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A agência afirmou que uma foto em que o general aparece no reflexo de uma escultura de Palmeira teria sido tirada dentro das dependências do escritório de Miami com o celular corporativo.

A obra, conforme as apurações da PF, teria sido negociada nos Estados Unidos. A venda, porém, não foi concluída porque a peça não tinha todos os componentes de ouro.

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