Abigail Pereira é a candidata a vice de Tarso Genro. Cassiá Carpes representa Ana Amélia Lemos. Flávio Gomes defendea chapa liderada por Vieira da Cunha, enquanto Gabrielle Tolotti concorre ao lado de Roberto Robaina. Hermes Souza é candidato a vice de Estivalete, enquanto José Paulo Cairoli é o parceiro de José Ivo Sartori. Nubem Medeiros representa as ideias de Humberto Carvalho e Roberto Wilodre integra a campanha de João Carlos Rodrigues.
Gestão pública
Abigail Pereira: "Gestão Pública para nós é muito séria. Tenho orgulho de ter o Aldo Rebelo como ministro do Esporte e na época da Copa cuidamos do que era urgente sem esquecer aquilo que era importante. Dialoguei com todas as prefeituras, mobilizamos o trade turístico e conseguimos uma carta consulta na área do turismo."
Cassiá Carpes: "O governo gastou em 2013 R$ 97 milhões e as diárias em quatro anos somaram 325, 1 milhões. Com esta verba, daria para asfaltar 162 quilômetros de estradas. O Estado elogia projetos que fez para agricultura, mas ela já está fazendo a sua parte e isso gera riqueza e emprego. Este governo está travado e não tem gestão".
Flávio Gomes: "Temos a questão da infraestrutura, das estradas, das hidrovias, que poderiam ser melhor utilizadas no Estado. Todos sabem que a hidrovia é algo abandonado aqui. O que eu percebo é a falta atitude no Estado. A nossa receita aumentou mais de 70% nos últimos anos. Os impostos vão para Brasília e voltam em apenas 30%".
Gabrielle Tolotti: "Todos falam que a educação é prioridade, mas a maioria dos candidatos têm dificuldade em dizer de onde vai vir o dinheiro e de como será a gestão pública. Os impostos têm sido destinados para uma minoria dentro do País".
Hermes Souza: "Vamos dar prioridade ao pequeno agricultor e queremos implantar incentivo ao reflorestamento para recuperar um pouco do desenvolvimento do campo. É preciso oferecer qualidade de vida ao homem do campo. O governo federal suga nossas riquezas e devolve em serviços".
José Paulo Cairoli: "A nossa intenção é governar para todos. Sei a importância de se trabalhar em conjunto, com foco, e resultado. Não se vai longe gastando mais do que se recebe. O governo tem que chegar na casa de cada eleitor".
Nubem Medeiros: "Nunca vi uma defesa pública da solução dos problemas. Agora é claro que isso não vai ser feito nunca porque há um interesse dos atuais políticos que as coisas não sejam resolvidas. Eu não vejo interesse que não seja eleitoral para este assunto"
Roberto Wilodre: "O PMN é um partido que está chegando agora na política e não temos informações suficientes e as reais intenções para esta questão. Só não existe mais investimento em estradas, por exemplo, porque o governo não quer. As pessoas quando não querem, arranjam desculpas."
Divida Pública
Abigail Pereira: "Nós temos afirmado e mostrado, aliás a transparência tem sido uma marca do nosso governo. Nós encontramos um estado com capacidade investimento baixa e o estado estava em uma letargia. Recebemos muitos recursos, oriundos de projetos. O nosso governador não esmoreceu e foi audaciosos na política pública".
Cassiá Carpes: "Acho que quando o Estado não cumpre, é sinal de que é necessário uma reestruturação. Falta diálogo nesta questão. A Educação é vítima disso e o governo deve atualmente 8 bilhões para os professores, além de não cumprir o pagamento do piso salarial".
Flávio Gomes: "A nossa coligação está determinada a resolver este problema desta dívida, que é alimentada com este juro exorbitante. Aqui, há uma clara distorção e uma clara incapacidade do devedor de lidar com este problema. Nem o Direito admite isso. O Vieira vai trabalhar nisso."
Gabrielle Tolotti: "Reafirmo que nós queremos apontar apenas o lugar de onde sairá o dinheiro para todas as áreas que precisam de desenvolvimento. A dívida drena 13% dos nossos recursos atuais e isto é passado ao governo federal."
Hermes Souza: "Em todas as eleições são as mesmas promessas. Um partido está há 12 anos no governo federal e não avança muito. Ele nos deixa à mercê de uma monarquia que suga as nossas riquezas. São promessas e mentiras. Não há como desenvolver deste jeito e vamos pedir auxílio da população para isso."
José Paulo Cairoli: "As condições do RS não são é boas. Precisamos encarar com seriedade e serenidade este processo. É preciso ter liderança neste processo. Não é preciso o alinhamento das estrelas, porque o SC recebeu mais recursos. Lá tem projetos e aqui não. Tem que ter pressão no executivo, na presidência".
Nubem Medeiros: "Qualquer tema que discutirmos aqui esbarraria no problema crucial: de falta de dinheiro. Falta financiamento para resolver problema da educação, segurança e etc. Não é possível que um Estado que tenha recebido um empréstimo de 10 bilhões, pague 20 e ainda deva 45 bilhões sem que haja revisão completa da dívida".
Roberto Wilodre: "Independente do tema, temos uma grande dívida pública a ser paga. Nós do PMN, por ser um partido novo, encontramos dificuldades para desenvolver o Estado. A gente vem sofrendo preconceito por fazermos política sem investimentos, feito por pessoas semelhantes aos ouvintes."