O governador afirmou que os dois órgãos têm históricos de problemas, principalmente relacionados à organização interna. “Isso não é nenhuma novidade”, disse. Para Tarso, a presidente Dilma Rousseff agiu de maneira correta ao afastar os suspeitos. Tarso também defendeu um dos diretores do Dnit, Hideraldo Caron, que está sendo associado à denúncias de corrupção. “Confio na inocência dele, por conhecê-lo há mais de 30 anos. Mesmo assim, se fosse ele, sairia de lá para ajudar a presidente a criar um novo ambiente”, aconselhou.
Tarso lembrou ainda que quando esteve à frente do Ministério da Justiça houve investigação no Ministério dos Transportes, mas não apareceram casos de corrupção. “Para evitar que se crie uma situação de denuncismo generalizado, é preciso separar o que é corrupção, o que é denúncia de alguém que não está satisfeito e o que é denúncia política”, sentenciou.