Ele explicou que um conjunto de empresas, universidades e laboratórios credenciam o Rio Grande do Sul a sediar o segundo polo espacial do Brasil. “Estamos ouvindo empresas e universidades para saber o que existe de pesquisa e o que elas tem a oferecer”, declarou. Para ele, o Estado tem condições de participar de forma significativa do projeto que prevê a aquisição de 16 satélites, em um investimento de R$ 9 bilhões do governo federal.
Os gaúchos podem se candidatar a fornecer insumos técnicos para a construção dos equipamentos, com finalidade telecomunicativas, meteorológicas, entre outras. A partir do segundo satélite, todos devem ser produzidos por empresas nacionais. “Viemos apoiar a iniciativa do Rio Grande do Sul”, destacou Bonilha.
Ele esclareceu que o Estado tem chances reais de sediar o projeto. O outro polo está em São Paulo, na cidade de São José dos Campos. O programa espacial brasileiro existe desde a década de 1960, mas somente em 1994, foi criada a Agência Espacial Brasileira.
Um protocolo de intenções havia sido assinado durante a missão em Israel. O Estado tem alto potencial para desenvolver pesquisas na área e deve promover incentivos financeiros, fiscais e de infraestrutura para a criação do polo.