Política

Governo deve aplicar R$ 11 milhões para segurança até o final do ano

Recursos serão destinados à qualificação de servidores para a Copa, modernização de academias e reforço na fronteira

Os R$ 11,2 milhões fornecidos pela União para a área de segurança do Rio Grande do Sul serão destinados à qualificação de servidores para a Copa do Mundo, modernização de academias de ensino e reforço policial na fronteira com Uruguai e Argentina. O anúncio foi feito nesta quinta-feira pelo secretário Airton Michels, que afirmou que a verba deve ser aplicada até o final deste ano.

Metade dos recursos, referentes a convênios com o Fundo Nacional de Segurança Pública e Programa de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), já está no caixa do Estado, e o restante deve ser recebido até junho. ”As licitações já estão em andamento e o prazo para a execução dos projetos dependerá do trâmite burocrático. A prioridade será a implantação de dois Núcleos de Atenção Biopsicossocial, consideramos fundamental a questão da saúde dos nossos servidores”, explicou Michels ao relatar os projetos que serão criados em Porto Alegre e Santana do Livramento para realizar políticas de saúde que possam reduzir a vulnerabilidade dos servidores em desenvolver doenças.

Até o final do ano também será disponibilizado uma área de 900m² para o Centro de Comando e Controle, que, no futuro, ficará como legado para a segurança pública do Estado. Esse local, assim como os demais das cidades
sede da Copa de 2014, estarão ligados a uma Central, em Brasília, para troca de informações. O restante do valor será investido em melhorias na estrutura física da Academia de Polícia Civil, aquisição de materiais e
equipamentos. “Só não podemos construir prédios, de resto investiremos tudo nos servidores e combate ao avanço da criminalidade”, resumiu.

De acordo com Michels, o Estado está se habilitando para receber mais R$ 20,1 milhões, disponibilizados pelo Ministério da Justiça. Esse valor deve ser investido na capacitação e instrumentalização das polícias que atuam
nas regiões de fronteira, para combater o tráfico de drogas, abigeato e exploração sexual.

Bookmark and Share