Já as opiniões de que o governo é ruim ou péssimo caíram de 31% para 24%. A avaliação de que o governo é "regular" continuou em 37%. Apenas 1% não soube ou não quis responder. A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 19 de agosto e foram entrevistadas 2.002 pessoas, em 143 municípios de todas as regiões do Brasil. Sua margem de erro máxima é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.
Conforme o Estadão, a recuperação de Dilma ocorreu principalmente nas regiões Sul e Sudeste, onde a aprovação aumentou 12 e 11 pontos porcentuais, respectivamente. Além disso, segundo o jornal, alguns indicadores econômicos, como a redução da inflação e do desemprego, e o aumento da confiança do consumidor ajudaram na melhora da avaliação do governo da presidente.