A gravação da conversa entre Joesley Batista e o presidente, Michel Temer, não sofreu edição. De acordo com a Folha de S. Paulo, essa foi a conclusão do relatório da Polícia Federal após perícia no áudio entregue pelo empresário dono da JBS.
Conforme a perícia, ocorreram "mais de 180 interrupções naturais no som", mas seriam provocadas pelo próprio equipamento usado por Joesley. A gravação foi feita em 7 de março, no Palácio do Jaburu, e disparou crise no governo.
A defesa do presidente, em processo por obstrução de Justiça, alega que o áudio sofreu alterações. Na gravação, Joesley conta que está mantendo "boas relações" com Eduarco Cunha e também relata a busca de vantagens no judiciário com procuradores e juízes.
Gravação de Joesley com Temer não sofreu edições, diz relatório da PF
Jornal Folha de S. Paulo obteve acesso ao resultado da perícia que aponta "pausas naturais"