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"Há um problema técnico. A PEC (Proposta de Emenda Constitucional) é para quem está previsto que está na Constituição. Os militares têm que ser (por um instrumento) ordinário", explicou Guedes a jornalistas. Perguntado sobre se, nos dois casos, as propostas seriam enviadas de forma conjunta, o ministro respondeu: "Se não for simultâneo, fica estranho".
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Quando perguntado no fim do almoço sobre se as propostas seriam conjuntas e de que forma, Guedes repetiu o que havia já dito quando saiu do evento em participava anteriormente. "Os miliares são patriotas. Gostam dessa ideia de liderar por exemplo", afirmou. Com a insistência sobre o assunto, disse que já tinha falado tudo o que precisava.
Correios
O ministro ainda foi questionado sobre uma fala mais cedo do presidente em exercício, Hamilton Mourão, que descartou a privatização imediata dos Correios. Para ele, "por enquanto" a privatização não ocorrerá. Guedes apenas respondeu: "Vamos ver". O ministro participou de um almoço para investidores promovido pelo Bank of America.
De acordo com um participante, Guedes não disse nada muito diferente do que já vem falando nos outros dias do Fórum. As principais perguntas dos participantes foram sobre a viabilidade da reforma da Previdência no Congresso, prioridades do governo e a possibilidade de participação dos estrangeiros no processo de privatização no Brasil.