Política

IA não pode se tornar privilégio de poucos países ou de alguns bilionários, diz Lula

Presidente defendeu que as novas tecnologias atuem dentro de um “modelo de governança justo, inclusivo e equitativo”

Foto : Ricardo Stuckert / PR / CP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse há pouco que o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA) não pode se tornar privilégio de poucos países ou de alguns bilionários. O chefe do Executivo fez a fala na abertura da sessão "Fortalecimento do multilateralismo, assuntos econômico-financeiros e inteligência artificial" durante o primeiro dia de reuniões de cúpula dos Brics.

Há a expectativa de que, ao final do encontro, o grupo divulgue uma declaração específica sobre o tema, que busque a valorização dos dados dos países-membros. "A declaração envia uma mensagem clara e inequívoca: as novas tecnologias devem atuar dentro de um modelo de governança justo, inclusivo e equitativo", afirmou Lula.

"O desenvolvimento da inteligência artificial não pode se tornar privilégio de poucos países ou um instrumento de manipulação na mão de bilionários. Tampouco é possível progredir sem a participação do setor privado ou da sociedade civil", continuou.

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