A promotora ainda destacou uma segunda situação, relativa à condenação do petista, “que ainda pende de trânsito em julgado, mas já foi confirmada pela 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça pelo uso abusivo do poder político no âmbito da administração pública quando foi prefeito do município".
Apesar de não constar na lista dos "ficha sujas" divulgada pelo Tribunal de Contas da União, Bordignon foi condenado e perdeu os direitos políticos por cinco anos, conforme a decisão do TJ, do ano passado. A condenação foi por improbidade administrativa devido a contratos emergenciais durante os dois mandatos como prefeito.