A MP deve prever isenção do Programa de Integração Social (PIS), da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), desde que as empresas demonstrem que são estratégicas para o setor. Para isso, devem fabricar produtos de uso exclusivo e final pelas Forças Armadas.
O ministro falou ainda sobre a necessidade de ampliação do orçamento do Ministério da Defesa. Segundo ele, os recursos dispensados pelo País para a área são insuficientes para as necessidades internas e inferiores à média dos outros países do Brics (acrônimo que representa os emergentes Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
O Brasil investe 1,39% do Produto Interno Bruto (PIB) em Defesa. A média do Brics é 2,65%. Apesar disso, Amorim reconheceu que o momento econômico não favorece o incremento orçamentário, mas que o País tem conseguido manter os projetos considerados prioritários para a área.