A Polícia Federal concluiu o inquérito que investigou fraudes em nove licitações de obras de engenharia incluídas no Programa Pró-Canoas. Instaurado em 27 de fevereiro de 2009 com base em dados levantados pela Operação Solidária, o inquérito indiciou 21 pessoas, entre agentes públicos e empresários do setor da construção civil, por crimes da Lei de Licitações, formação de quadrilha, corrupção ativa e corrupção passiva.
Os contratos de licitação da primeira etapa do programa somavam mais de R$ 40 milhões. Pelo que apurou a Controladoria-Geral da União (CGU), só o sobrepreço das obras provocou dano ao erário público superior a R$ 4 milhões. Os 70 volumes do inquérito foram encaminhados no início da tarde de hoje à Justiça Federal em Canoas.
Indiciadas 21 pessoas por fraudes em licitações em Canoas
CGU apurou que danos ao erário público superaram R$ 4 milhões