O Instituto Lula divulgou nota, nesta quarta-feira, sobre a denúncia do Ministério Público de São Paulo contra o ex-presidente. Conforme o comunicado, "não há nenhuma novidade na denúncia (...) que já havia sido anunciada na revista Veja, em 22 de janeiro de 2016, pelo promotor Cássio Conserino". A atuação também foi contestada por Conserino não ser o "promotor natural do caso" e, na denúncia, pré-julgar Lula, já que não ouviu o ex-presidente, mostrando ser "parcial". A nota reforça que o ex-presidente "não é proprietário nem de triplex no Guarujá nem de sítio em Atibaia, e não cometeu nenhuma ilegalidade".
Para o Instituto Lula, a "denúncia só reforça a necessidade do Supremo Tribunal Federal avaliar ação dos advogados do ex-presidente sobre a competência da investigação feita em duplicidade pelo Ministério Público Federal e pelo Ministério Público de São Paulo".
O Ministério Público de São Paulo denunciou, nesta quarta-feira, o ex-presidente e sua mulher Marisa Letícia no caso do tríplex 164-A, no Condomínio Solaris, no Guarujá. A Promotoria sustenta que o petista cometeu crime de lavagem de dinheiro ao supostamente ocultar a propriedade do imóvel - oficialmente registrado em nome da empreiteira OAS.
Instituto Lula critica denúncia que "pré-julga" o ex-presidente
Comunicado relata que Cássio Conserino não é promotor natural do caso e mostra postura parcial