O jornal Folha de S.Paulo teve acesso a relatórios da Polícia Federal envolvendo o irmão do deputado federal Antonio Palocci (PT-SP), Adhemar Palocci, na Operação Castelo de Areia, que investiga supostas irregularidades em obras públicas. A empreiteira Camargo Corrêa teria pagado propina de R$ 500 mil ao PT e PMDB.
O irmão de Palocci ocupa o cargo de diretor de planejamento e engenharia da Eletronorte, que teria assinado com a Camargo Corrêa um adicional de R$ 71 milhões para a realização da obra de construção de eclusas de Tucuruí, localizadas no rio Tocantins, no Pará. A propina equivaleria a 3% do valor total, o que significa R$ 2,1 milhões.
O documento citaria ainda o montante de R$ 1 milhão ligado às siglas "PT" e "PMDB" e as expressões "ADM/Pau" e "Paulocci", que seriam referentes a Adhemar.
Irmão de Palocci teria recebido propina, segundo jornal
Adhemar Palocci ocupa o cargo de diretor de planejamento e engenharia da Eletronorte