Segundo o governo brasileiro, Lugo não teve o direito de defesa assegurado. Conforme a nota, o País considera que "o procedimento adotado compromete pilar fundamental da democracia, condição essencial para a integração regional.
A nota ainda esclarece que o Brasil não tomará nenhuma medida que prejudique o Paraguai. O Brasil avalia junto aos outros países do Mercosul e da Unasul os passos a serem tomados depois da destituição de Lugo.
Neste sábado, o governo argentino resolveu retirar seu embaixador do Paraguai, depois da saída de Fernando Lugo. "Diante dos graves acontecimentos institucionais ocorridos na República do Paraguai, que culminaram com a destituição do presidente constitucional Fernando Lugo e a ruptura da ordem democrática, o governo argentino retira imediatamente seu embaixador de Assunção", informou o Ministério das Relações Exteriores.