Até agora, prestaram depoimento 20 reús. Eles serão retomados, na segunda-feira, com as oitivas de Luciana Balconi Carneiro e Luis Carlos de Pelegrini. O grupo de 32 réus responde por diferentes crimes: peculato, formação de quadrilha, corrupção, falsidade ideológica, extorsão e crimes da lei de licitações. O Ministério Público Federal tomou como base as investigações da Polícia Federal (PF).
A Rodin investigou a evasão de supostos R$ 44 milhões do Detran entre os anos de 2003 e 2007. O esquema, conforme as investigações, começou com a troca da Fundação Carlos Chagas pela Fatec, ligada à UFSM, que subcontratava empresas sistemistas, como a Pensant, acusadas de superfaturar os contratos para a confecção dos testes da carteira de motorista. Além da ação penal, três de natureza civil foram abertas, por improbidade administrativa.