Dagmar Duarte responderá ao processo em liberdade, desde que se apresente mensalmente à Justiça, entregue o passaporte e não tenha contato com os réus do caso ou com pessoas citadas na denúncia. Ele pode voltar para a prisão caso não cumpra alguma dessas determinações.
Para conseguir a liberdade do cliente, a defesa de Duarte alegou que o réu é primário e tem endereço fixo. Além de acatar a argumentação, a juíza Ana Cláudia Barreto lembrou que, se condenado, a pena seria cumprida em regime aberto.
"(Duarte) não parece representar risco à instrução criminal, uma vez que a prova pretendida pelo órgão acusador é, basicamente, documental e já juntada aos autos", completou a juíza. O Ministério Público também opinou pela libertação de Duarte.