Para o secretário de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (SDPI), Mauro Knijnik, o negócio é promissor para o Estado, já que o ramo está em crescimento. "A indústria farmacêutica possui um mercado emergente e o Rio Grande do Sul tem uma estrutura competitiva para atrair cada vez mais investimentos dentro deste núcleo estratégico da nova economia", avaliou.
A Kley Hertz tem, atualmente, capacidade para produzir 27 milhões de unidades de medicamentos por ano. Mas o diretor da companhia, Arthur Hertz, estima que haja uma alta na produção nos próximos anos. "Há projeções que a indústria farmacêutica dobre de tamanho no Brasil a partir de 2017. Estamos apostando neste indicativo e no nosso plano de negócios. Com a nova planta iremos triplicar a nossa capacidade de produção para 100 milhões de unidades/ano", explicou. Em 2011, a empresa Kley Hertz obteve um faturamento de R$ 129 milhões, com a venda de 18 milhões de produtos.