Luciana disse que foi aconselhada pelo seu advogado, Antônio Augusto, a fazer a disputa no momento da inscrição, pressionando o Judiciário no sentido de liberar sua candidatura. Qualquer iniciativa precipitada, segundo ela, permitiria que a ação fosse avaliada em tese.
Para a deputada, a luta mobiliza até deputados da oposição, como alguns nomes do DEM. Disse ter falado ainda com Paulo Paim (PT), com Sérgio Zambiabi (PTB) e com a senadora eleita Ana Amélia Lemos (PP) para conseguir apoio. Segundo ela, se na prática não puder concorrer, é como se tivesse seus direitos políticos cassados por oito anos.
A parlamentar agradeceu ao eleitor gaúcho pelos 129.521 votos que obteve no último pleito, sendo a oitava candidata mais votada do Estado e a segunda de Porto Alegre, na Câmara dos Deputados. Ela lembrou que são 200 mil votos na legenda para que o partido tenha direito a uma cadeira na Assembleia Legislativa.