Battisti foi condenado à revelia, em 1993, na Itália, à prisão perpétua, por quatro mortes e cumplicidade em assassinatos cometidos em 1978 e 1979, crimes dos quais se diz inocente. O destino do antigo ativista, preso há três anos na periferia de Brasília, está nas mãos de Lula, depois que o Supremo Tribunal do Brasil deu sinal verde, em 2009, à extradição para a Itália, deixando a palavra final ao presidente.
Lula adia decisão sobre a extradição de Battisti
Presidente tratará do caso do ex-ativista italiano em seu último dia de mandato
O presidente brasileiro Luiz Inacio Lula da Silva adiou para sexta-feira, último dia de seu mandato, a decisão sobre a extradição do ex-ativista italiano de extrema-esquerda Cesare Battisti, exigido pelo governo de Roma. Lula se encontrará pela manhã com o procurador-geral da República, Luis Inacio Lucena, que entregou a ele um relatório que lhe permitirá fundamentar juridicamente a decisão, segundo uma fonte do Ministério Público, que preferiu não ter o nome divulgado.
Battisti foi condenado à revelia, em 1993, na Itália, à prisão perpétua, por quatro mortes e cumplicidade em assassinatos cometidos em 1978 e 1979, crimes dos quais se diz inocente. O destino do antigo ativista, preso há três anos na periferia de Brasília, está nas mãos de Lula, depois que o Supremo Tribunal do Brasil deu sinal verde, em 2009, à extradição para a Itália, deixando a palavra final ao presidente.
Battisti foi condenado à revelia, em 1993, na Itália, à prisão perpétua, por quatro mortes e cumplicidade em assassinatos cometidos em 1978 e 1979, crimes dos quais se diz inocente. O destino do antigo ativista, preso há três anos na periferia de Brasília, está nas mãos de Lula, depois que o Supremo Tribunal do Brasil deu sinal verde, em 2009, à extradição para a Itália, deixando a palavra final ao presidente.