A equipe médica pretende realizar ainda, para confirmar o diagnóstico, um PET Scan, procedimento que serve para detecção precoce de tumores ou novos focos. O resultado da bateria de exames ajudará a equipe médica a definir os próximos passos do tratamento.
Se confirmada a expectativa de regressão do tumor, o ex-presidente deve começar nesta segunda mesmo a terceira e última sessão de quimioterapia no combate à doença. A equipe médica considera o risco pequeno, mas não descarta a possibilidade de o ex-presidente ser submetido a uma cirurgia, caso o tumor não tenha sofrido uma redução significativa em relação ao seu tamanho inicial.
Nesse domingo, ao acompanhar a final do Torneio TouchDown de futebol americano, no estádio do Ibirapuera, o ex-presidente disse estar confiante em relação aos resultados do tratamento.
A proporção de pacientes com quadro clínico semelhante ao do ex-presidente e que apresentam resposta satisfatória ao tratamento de quimioterapia, segundo um dos membros da equipe médica, é de 80% a 90%.
Em outubro, a equipe médica informou que o tumor é do tipo mais comum e pode ser considerado como de agressividade média, com grandes chances de cura. A expectativa inicial era de que em janeiro o ex-presidente inicie as sessões de radioterapia e que o tratamento médico seja finalizado em fevereiro.