Política

Lula diz que saúde não tem esquerda ou direita: 'Sabemos o que aconteceu na covid'

Presidente acompanhou mutirão de atendimento no Hospital Universitário de Brasília

Lula esteve acompanhado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Hospital Universitário de Brasília
Lula esteve acompanhado do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Hospital Universitário de Brasília Foto : Ricardo Stuckert / PR/ CP

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou há pouco o período da pandemia de covid e disse que a questão da saúde 'não tem esquerda ou direita'. As declarações ocorreram em uma visita ao Hospital Universitário de Brasília (HUB), para acompanhar um dia de mutirão de atendimento à população realizado pelo Ministério da Educação e pelo Ministério da Saúde. 'Em se tratando de saúde, não tem esquerda ou direita, tem que estar comprometido com a saúde do povo', afirmou. Em outro momento, disse: 'sabemos o que aconteceu na covid com o povo brasileiro'.

Na ocasião, o presidente também declarou que o Sistema Único de Saúde (SUS) não existe em outros países com mais de 100 milhões de habitantes e afirmou que a população atualmente precisa de mais ofertas de especialistas. Também compareceram o vice-presidente Geraldo Alckmin, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o ministro da Educação, Camilo Santana, a ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, e a primeira-dama Janja da Silva, além do presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH), Arthur Chioro. Em discurso, o ministro da Educação disse que Lula pediu que as ações de educação relacionadas à saúde sejam interministeriais.

Segundo Santana, essa operação ocorreu na implementação do marco regulatório da Educação à Distância, que impede a realização de cursos de saúde nessa modalidade. A visita contou uma transmissão online de outros cinco hospitais que realizam o mutirão, em Belo Horizonte (MG), São Luís (MA), Belém (PA), Goiânia (GO) e Curitiba (PR).

O ministro das Cidades, Jáder Filho, entrou ao vivo na transmissão, direto da capital paraense, e a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, compareceu ao mutirão no Paraná. A ação é intitulada 'EBSERH em Ação - Agora Tem Especialistas' e ocorre em parceria com a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares, no que o governo chama de Dia E. A iniciativa é promovida em 45 hospitais universitários federais da rede EBSERH, com o envolvimento de graduandos e residentes.

Mudança de nome

Durante a visita, o presidente também sugeriu a mudança do nome da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (EBSERH) para 'um nome mais digerível' e 'popular'.

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