Política

Lula: quem duvidar que a economia brasileira vai crescer vai quebrar a cara no final do ano

As declarações foram feitas durante o anúncio de novas medidas para o RS, na manhã desta quarta-feira

Ao lado de Lula estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), além dos secretários-executivos da Fazenda, Dario Durigan, e da Casa Civil, Miriam Belchio
Ao lado de Lula estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), além dos secretários-executivos da Fazenda, Dario Durigan, e da Casa Civil, Miriam Belchio Foto : Ricardo Stuckert / PR / CP

O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta quarta-feira que "a economia vai crescer" e alertou que "vai quebrar a cara" quem discordar. As declarações foram feitas durante o anúncio de novas medidas para o Rio Grande do Sul, na manhã desta quarta-feira. Lula mencionou dados de abril do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), destacando a geração de 240 mil empregos, um aumento de 32% em relação ao período homólogo, e 911 mil empregos nos primeiros quatro meses do ano. "Quanto mais a economia crescer, mais rápido será o tratamento com o Rio Grande do Sul", declarou o presidente.

Ele também adiantou que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, terá uma audiência sobre a cobrança de impostos dos mais ricos com o Papa Francisco. Lula expressou sua esperança de que o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, reconheça a "disposição" do governo em reduzir as taxas de juros.

Ao lado de Lula estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, os ministros Carlos Fávaro (Agricultura) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia), além dos secretários-executivos da Fazenda, Dario Durigan, e da Casa Civil, Miriam Belchior. O governo afirmou ter disponibilizado R$ 62,5 bilhões ao Rio Grande do Sul por meio de um crédito extraordinário, além de suspender a dívida do estado por três anos e isentar juros sobre o total. Em 7 de maio, o Congresso Nacional aprovou um decreto reconhecendo a situação de calamidade pública no estado gaúcho até 31 de dezembro.