Política

Lula tem avaliação inferior à de Bolsonaro em segurança e inflação, diz Datafolha

O petista é melhor avaliado que o ex-presidente quanto à geração de empregos, educação e moradia e habitação

Pesquisa foi divulgada pelo Datafolha na quinta-feira
Pesquisa foi divulgada pelo Datafolha na quinta-feira Foto : Montagem sobre fotos de LUDOVIC MARIN / AFP e Ton Molina/STF/CP

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é visto como pior que o de seu antecessor, Jair Bolsonaro (PL), em segurança pública e combate à inflação, mostram dados da pesquisa Datafolha divulgados nesta sexta-feira, 13.

Por outro lado, a gestão do petista é percebida como melhor que a de Bolsonaro no fomento à educação e na geração de empregos. Para 50% dos entrevistados, Lula atua pior que Bolsonaro no combate à inflação; outros 46% avaliam que o petista é pior que o antecessor na área de segurança pública.

O petista é melhor avaliado que o ex-presidente quanto à geração de empregos (43%), educação (42%) e moradia e habitação (40%).

Há ainda os que avaliam que tanto o petista quanto Bolsonaro são iguais no combate à inflação (17%), segurança (22%), geração de empregos (18%), educação (18%) e moradia e habitação (22%).

Os índices referem-se à soma entre os que comparam a atuação do governo Lula com o de Bolsonaro como 'muito melhor', 'melhor' ou 'pior' ou 'muito pior'. O Datafolha entrevistou 2.004 brasileiros de 16 anos ou mais em 136 municípios do País entre os dias 10 e 11 de junho. A margem de erro é de dois pontos porcentuais.

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Na gestão do meio ambiente, 39% avaliam que Lula é melhor que seu antecessor, enquanto 37% preferem a gestão Bolsonaro.

A avaliação de governo divulgada pelo Datafolha nesta quinta-feira, 12, mostrou que a breve melhora de Lula apontada pela pesquisa anterior, de abril, foi interrompida. O porcentual de quem considera o governo petista como 'ruim ou péssimo' é de 40%, mostrando uma variação de dois pontos porcentuais positivos em comparação com o último levantamento do instituto, de abril.

A oscilação está dentro da margem de erro, de dois pontos porcentuais. No sentido contrário, a quantidade de brasileiros que avaliam o governo como 'ótimo ou bom' oscilou negativamente, passando de 29% para 28% agora.