O município economizará R$ 1 milhão com o corte, estima a prefeita Corinha Molling. Segundo a chefe do Executivo, não haverá prejuízos para o atendimento e diz que todas as secretarias foram atingidas. “Nós herdamos isso e vimos que muitos postos realmente não eram necessários”, salienta.
Foram mantidos 178 dos 264 cargos de confiança aprovados pelo Legislativo em 2009. As funções eram destinadas para chefia de departamentos e secretarias da cidade. Porém, o Ministério Público ingressou com uma ação contra a Prefeitura. O Executivo recorreu duas vezes, mas perdeu e o prazo de 90 dias para se readequar venceria na segunda.