Política

Mais três servidores são exonerados do Ministério Transportes

Crise já derrubou 13 funcionários

A crise deflagrada no Ministério dos Transportes com denúncias de corrupção derrubou, nesta quarta-feira, mais três servidores da pasta, que se juntam a outros 10 já oficialmente demitidos. O Diário Oficial da União publica na edição de hoje as portarias de exoneração.

Uma delas é a de Eduardo Lopes, que trabalhava no gabinete do ex-ministro Álvaro Nascimento. Eduardo Lopes pediu para sair, diante da crise instalada na pasta. As outras duas exonerações ocorreram na Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. O diretor-presidente, Antonio Felipe Sanchez Costa, exonerou, a partir de hoje, Cleilson Gadelha Queiroz do cargo comissionado de Gerente de Licitações e Contratos. O outro exonerado, a pedido, foi Pedro Ivan Guimarães Rogedo, do cargo comissionado de assessor. Todos eram comissionados, ou seja, entraram no serviço público sem concurso e por indicação política.

Os três fazem parte de uma lista de pessoas afastadas da cúpula do Ministério dos Transportes por denúncias de fraudes, que culminaram com a renúncia do ex-ministro Alfredo Nascimento.

Desde que surgiram denúncias de direcionamento de licitações e pagamento de propina em obras tocadas pelo Ministério dos Transportes, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e Valec, 13 servidores já caíram, a maioria ligada ao PR, suposto partido beneficiário do esquema.


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